Da origem ao reconhecimento.
10 anos de experiência em pesquisa genealógica e documental. Desde 2016, localizo e transcrevo documentos em arquivos do Brasil e da Europa e assessoro famílias em processos de reconhecimento de cidadania.
Genealogia e cidadania são processos caros, lentos e burocráticos. Não existem prazos nem garantias — existe pesquisa séria, conduzida documento a documento.”
Arquivos a milhares de quilômetros, catálogos que nunca chegaram à internet, línguas que poucos leem. O trabalho começa exatamente onde a busca comum termina — e cada caso é tratado como único.
{{ atTexto }}
Pesquisa conduzida pessoalmente, do primeiro documento ao dossiê final.
Valores sob consulta. Qualquer serviço genealógico começa a partir de R$ 4.000,00. Cada pesquisa é orçada conforme o escopo, os arquivos envolvidos e a documentação já existente.
Requerimentos redigidos no idioma de cada arquivo, na Europa e fora dela.
O livro de cabeceira do pesquisador genealogista.
Em palestra ao Colégio Brasileiro de Genealogia, Alexandre Timosencho anunciou a preparação e publicação de seu livro O Vade Mecum da Genealogia. Como o nome diz — vade mecum, "vai comigo" —, a obra nasce para acompanhar o pesquisador em cada etapa do ofício: reúne dez anos de prática em arquivos do Brasil e do exterior, as técnicas de pesquisa e organização documental desenvolvidas ao longo desse percurso, e o método de leitura crítica das fontes que forma um genealogista criterioso.
Do primeiro levantamento em família à instrução de um dossiê completo — passando pela paleografia, pelos requerimentos a arquivos estrangeiros e pela ética do manejo documental —, o Vade Mecum sistematiza o que até hoje se aprendia apenas na prática, e pretende se tornar referência de consulta permanente para estudantes, pesquisadores e profissionais da genealogia.
Em preparação. O lançamento será anunciado no Instagram.
SEGUIR @TIMOSEARCH
Bessarábia, 1924 — a história que a família Timosencho viveu por dentro.
Além de se dedicar à genealogia e ao reconhecimento de cidadanias europeias, Alexandre Timosencho é um dos poucos especialistas no continente americano sobre a denominada Revolta de Tatarbunary, de 1924. O assunto é extremamente sentimental para o pesquisador: sua família, Timosencho, participou ativamente da revolta no território da antiga Bessarábia romena — o atual sul da Ucrânia.
A revolta foi um levante armado camponês deflagrado em setembro de 1924, na região de Tatarbunary, com apoio da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Seu objetivo era libertar a Bessarábia da influência romena e estabelecer a República Socialista da Bessarábia do Sul — embrião do que viria a ser a Moldávia. O contexto vinha se armando desde a anexação romena de 1918: a reforma agrária de 1921, que frustrou o campesinato local, a impopularidade do governo de Bucareste e a crescente influência soviética na margem oriental do Dniester formaram o terreno sobre o qual o levante explodiu.
Sufocada em poucos dias pelo exército romeno, a revolta teve consequências que atravessaram décadas: centenas de camponeses mortos ou processados, aldeias inteiras marcadas pela repressão e um julgamento de repercussão internacional. Ainda assim, é um episódio pouco conhecido nos dias atuais — e justamente por isso um estudo importante das consequências da anexação da Bessarábia, do fracasso da reforma agrária e do jogo de forças entre Romênia e União Soviética que redesenhou o mapa da região.
Descendente de alguns dos protagonistas do levante, Alexandre reuniu ao longo dos anos um acervo particular de documentos sobre a revolta — registros provenientes de arquivos ucranianos, romenos, moldavos e russos, muitos deles inéditos no Brasil. É desse cruzamento de fontes, lido nos idiomas originais, que nasce a pesquisa em curso.
Levante camponês em Tatarbunary, sul da Bessarábia
Território então romeno; hoje, sul da Ucrânia
Acervo particular com documentos ucranianos, romenos, moldavos e russos
"Não é apenas um objeto de estudo: é a história que a minha própria família atravessou."
Prisioneiros da revolta de Tatarbunary, 1924.
Grupo de revoltosos capturados — fotografia de época com anotações manuscritas em romeno.
Informe da Inspetoria de Siguranța da Bessarábia, nº 16046, de 18 de outubro de 1924 — plano de operações comunistas na Romênia.
Preservar a memória de uma comunidade que o apagamento tenta esquecer.
Por ter crescido rodeado de judeus de origem egípcia, Alexandre Timosencho aprendeu o francês e o árabe falados dentro de casa, a culinária, os costumes culturais e religiosos — e fez dessa convivência um compromisso. Desde 2020, dedica-se ativamente à manutenção e preservação do patrimônio cultural dos judeus do Egito.
Estabelecidos em solo egípcio desde os tempos de Moisés, e engrossados ao longo dos séculos por outras correntes judaicas — os expulsos da Península Ibérica na época da Inquisição e as demais diásporas que encontraram no Nilo um porto seguro —, os judeus do Egito constituem um patrimônio incontestável da história egípcia. Presentes desde o início, participaram ativamente do desenvolvimento nacional a partir da abertura do Canal de Suez, com contribuições decisivas à economia do país: o Banque Misr, a Bolsa do Algodão de Alexandria, as galerias Cicurel, o nascimento do cinema egípcio, os bondes do Cairo e tantas outras instituições que moldaram o Egito moderno.
Com a constituição do Estado de Israel em 1948 e, sobretudo, com a revolução egípcia de 1952, o governo de Gamal Abdel Nasser passou a perseguir ativamente a população judaica local: ameaças, confisco de bens, remoção da cidadania e expulsões em massa. O resultado foi o êxodo de uma comunidade de mais de oitenta mil pessoas, dispersa entre Israel, Europa e Américas em pouco mais de uma década.
Nos dias de hoje, o governo egípcio nega ou deturpa a existência dessa comunidade e não fornece documentos básicos — como certidões de nascimento — a essas pessoas e seus descendentes, produzindo um apagamento identitário que atinge milhares de famílias. É contra esse apagamento que o trabalho se dirige.
Alexandre mantém um acervo particular de documentos comprobatórios sobre os judeus do Egito e, junto a grupos de preservação locais, trabalha para disseminar essa história e impedir o esquecimento. Em 2024, esteve em Londres, onde recebeu a curadoria do acervo documental de Nicolette Pinto e Jacques Mawas Z"L — pesquisadores nascidos no Egito que passaram mais de quarenta anos recolhendo os documentos comprobatórios de suas próprias histórias.
Pessoas na comunidade antes do êxodo iniciado em 1948
Perseguição, confisco de bens, remoção de cidadania e expulsão em massa
Início da dedicação ativa à preservação do patrimônio cultural
Curadoria do acervo Nicolette Pinto e Jacques Mawas Z"L, recebida em Londres
Alexandre e Nicolette Pinto, Inglaterra, 2024.
"Quando um Estado nega a certidão de nascimento de alguém, nega que essa pessoa existiu. Documentar é impedir o esquecimento."
Laissez-passer emitido no Cairo em 1957 — o campo "nacionalidade" deixado em branco: o documento de quem partia sem cidadania.
Capa do laissez-passer — o passaporte que não declara pátria.
Carteira do Cercle de la Jeunesse Juive Maccabi, seção esportiva — Alexandria, 1952.
Memórias de Ronald Cicurel, da família das galerias Cicurel — edição em árabe.
Certificado do Rabinato da Comunidade Israelita de Alexandria atestando um nascimento de 1896 em Tantah — emitido em 2001, quando o Estado já não fornecia certidões.
Anúncio de açougue kosher no Cairo, impresso em árabe — o cotidiano judaico-egípcio antes do êxodo.
Palestras e aulas sobre genealogia, paleografia, imigração e pesquisa de cidadania para instituições, associações e grupos de descendentes — no Brasil e no exterior.
Mentorias individuais para quem quer conduzir a própria pesquisa: método, escolha de fontes, requerimentos a arquivos e leitura de documentos antigos.
27/08/2025 · Transmissão online via Zoom · Palestrante: Alexandre Timosencho
ASSISTIR NO YOUTUBE
Treinamento in company: método de pesquisa, uso de acervos digitais e leitura de registros originais para equipes que atuam com cidadania e genealogia. Curso livre “História da Imigração Italiana, fundamentos da genealogia e paleografia — Nível 1”, com certificado de conclusão.
TIMOSENCHO
Historiador · Paleografista · Genealogista
Em virtude das recentes alterações na legislação da cidadania italiana e do expressivo aumento na procura pela cidadania espanhola em decorrência da Lei de Memória Democrática (LMD), nosso canal de WhatsApp encontra-se sobrecarregado, recebendo um volume de mensagens muito acima do habitual.
Estamos respondendo a todas as mensagens com a maior celeridade possível e pedimos, respeitosamente, a paciência e a compreensão de todos.
Em caso de urgência, contactar: contato@timosencho.com.
ALEXANDRE TIMOSENCHO
Historiador · Paleografista · Genealogista
AFILIAÇÕES E CREDENCIAIS
Carteira de Associado Genealogista Certificado (AGC) — APGBR.
Ofício de ingresso no Colégio Brasileiro de Genealogia — associado efetivo, admitido por unanimidade pela Diretoria, 2022.
ANPUH — Associação Nacional de História: profissional e pesquisador em serviços históricos, inscrição 00054468, válida até 01/2027.
IFLAC World Peace — Diretor Nacional no Brasil desde novembro de 2025.
CURSOS E FORMAÇÕES
Unibes Cultural — História Judaica I e II: da Antiguidade ao Século XXI, 12 horas, 2021.
PUC-Rio — extensão "Aprender Yiddish 1: iniciação à língua, música e literatura", 30 horas, 2022.
Paleografia: leitura e transcrição de manuscritos em língua portuguesa, séculos XVI ao XIX — 12 horas, 2022.
CIEE e Consulado-Geral da Itália em São Paulo — formação "Conhecendo a história e o significado da imigração italiana no Brasil e em São Paulo".
Historiador · Paleografista · Genealogista
Nasci em São Paulo, oriundo de uma família de italianos da Calábria, os Pati, e de judeus ucranianos, os Timosencho — cresci entre duas heranças que atravessaram o oceano. Por isso, a genealogia nunca teve um começo para mim: sempre esteve lá. Eram madrugadas inteiras, eu e minha avó sentados à mesa, montando árvores genealógicas por puro prazer.
Formei-me em Administração, mas meu primeiro emprego foi em um escritório de cidadania — e dessa área nunca mais saí. Nunca fiz outra coisa. Já trabalhei para a maioria dos escritórios do meio; por isso, sei exatamente onde está a dor de quem busca um reconhecimento, o que trava um processo e o que o faz andar. E, porque comecei por gosto, não por necessidade, tive o luxo raro de fazer, refazer, errar, aprender e me aperfeiçoar.
A corrida à cidadania e a agressividade das assessorias acabaram por tornar insignificantes a genealogia e a sua memória — e, como bom judeu de sangue calabrês, fui contra. Não é à toa que sou conhecido por um caráter um tanto irredutível e direto: sempre defendi a humanidade acima das vendas.
Dez anos depois — historiador, genealogista e paleografista, Diretor de Publicações e Eventos do Colégio Brasileiro de Genealogia, certificado pela APGBR —, acessei tudo o que me disseram que eu não acessaria se não me adaptasse ao padrão do mercado.
Hoje, do escritório na Avenida Paulista, atendo famílias e advogados no Brasil e no exterior: pesquisas de cidadania, perícias genealógicas para processos judiciais, transcrições paleográficas e requerimentos a arquivos, da Rússia ao Egito — cada um redigido no idioma da instituição. São mais de quinhentas famílias atendidas, em pesquisas que já alcançaram oito países e três continentes.
De um comune na Itália a um arquivo estatal soviético, ou a um acervo perdido no Egito, sempre tratei a genealogia com humanidade. Não é só o documento de cidadania: é uma vida — a nossa vida, porque também seremos resumidos a documentos no futuro. Nascemos, às vezes casamos e, no fim, morremos: três documentos, por vezes dois. As pessoas daquela folha de papel riram, choraram, tiveram sonhos, tomaram decisões e se arrependeram.
O manejo respeitoso do documento, aliado à leitura do pensamento de cada época, forma um genealogista criterioso — mas, acima de tudo, humano.”
ALEXANDRE TIMOSENCHO
ALEXANDRE TIMOSENCHO
Historiador · Paleografista · Genealogista
Entrevistas, matérias e participações públicas sobre genealogia, paleografia e cidadania.
Alexandre Timosencho; o casal Marcia e Jorge Rybka, cônsul da Ucrânia; Flavio Bitelman, cônsul honorário da Moldávia; o vice-cônsul da Suécia Peter Johansonn; o cônsul-geral da Suécia Renato Pacheco; e Flavia Liz Di Paolo, Personal Guide SP.
Ninguém consulta um médico ou um advogado de graça — e aqui não é diferente: a consulta é remunerada, sempre. São dez anos de especialização em um ofício que pouquíssimos no mundo dominam. Meu tempo é o recurso mais disputado deste escritório, e a agenda comporta poucos casos por vez — deliberadamente. Isto não é atendimento em escala: é um serviço de exceção, em que cada caso é conduzido pessoalmente, do primeiro documento ao dossiê final.
Parto de uma premissa simples: quem me procura sabe o que está contratando. Uma pesquisa genealógica não sai por menos de R$ 4.000,00, e um processo de cidadania, por menos de R$ 15.000,00.
Esteja ciente do valor e da exclusividade do serviço.
Agende a reunião. Uma consulta de 45 minutos, no valor de R$ 300,00, com agendamento e pagamento no mesmo link.
Receba o orçamento. A partir da conversa, analiso o caso e apresento o escopo e o valor do trabalho.
Contrate com o valor abatido. Os R$ 300,00 da reunião são deduzidos integralmente do serviço contratado. Em caso de não contratação ou desistência, não há reembolso.
Traga o que a família guarda: nomes, datas, documentos antigos, fotografias.
AGENDAR CONSULTAEm caso de dúvidas, clientes, contratação de serviços para empresas, parcerias e notas à imprensa, contactar: contato@timosencho.com
(este canal não responde análises e orçamentos — somente sob consulta).
TIMOSENCHO